Nosso objetivo é trazer de volta os sabores da infância, de quando nossas avós e mães preparavam nossos alimentos com muito carinho e com ingredientes de qualidade. Por isso, nossos produtos têm sabor marcante, porque são produzidos com ingredientes frescos e sem conservantes dando aquele toque caseiro. (51) 98282.5796 ou (51) 99808.1525
terça-feira, 19 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Mini Cupcake
Cupcake de baunilha com doce de leite, floresta negra (chocolate com cereja) e cenoura com ganache.
Escolha o seu!
domingo, 10 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Benefícios da goiaba:
Possui quantidade
significativa de antioxidantes. Apresenta compostos fenólicos, vitamina C e licopeno,
substâncias que fazem uma faxina no organismo. Tendo como resultado sensação de
bem estar e alivio na dor de cabeça.
Que tal um suco de
goiaba?
Bata no liquidificador:
2 goiabas bem maduras – somente a
polpa;
200ml de água;
1 colher (chá) de mel e
Cubos de gelo.
Beba 1 copo de 250ml diariamente.
Fonte: Revista Viva Saúde
Feiras Ecológicas em Porto Alegre
Os produtos orgânicos em geral são mais caros quando comprados nos supermercados, porém, quando adquiridos nas feiras ecológicas têm preços mais acessíveis. Saiba os horários e locais das feiras em Porto Alegre.
DIAS
|
LOCAL
|
HORÁRIOS
|
Quarta-feira
|
Menino Deus – Av. Getúlio
Vargas (no pátio da Secretária Estadual de Agricultura)
|
13h às 19h
|
Sábado
|
Menino Deus – Av. Getúlio
Vargas (no pátio da Secretária Estadual de Agricultura)
|
7h às 12h 30min
|
Sábado
|
Bom Fim – Av. José do
Patrocínio, 675
|
7h às 12h 30min
|
Sábado
|
Tristeza – Av. Otto
Niemeyer esquina com Av. Wenceslau Escobar
|
7h ás 12h 30min
|
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Alimentos Orgânicos
Produção de alimentos livres de agrotóxicos
Enviado por luisnassif, dom, 10/02/2013 - 16:18 Por Rodolfo MachadoCasal de Santa Rosa de Viterbo é exemplo da agricultura familiar
De Adriano Quadrado, Do jornal "A Cidade" , Ribeirão Preto - SP
Com muito trabalho, mas sem estresse, Luciana e Carlinhos produzem alimentos livres de agrotóxicos
Foto: Enéias Barros / EspecialCarlinhos e as berinjelas escondidas pelo mato; folhas estão comidas, mas ele nem liga
Dez anos atrás, Luciana resolveu mudar de vida. Deu adeus à cidade e
foi ser produtora rural em companhia do segundo marido, Carlinhos, 14
anos mais jovem. A família se instalou no sítio Ridelutha, pedaço de
chão de dois alqueires que se estende em declive da porteira à mina de
água, nos fundos da propriedade, município de Santa Rosa de Viterbo. Ela
não sabia, mas a verdadeira reviravolta ainda estava por vir.
O arauto da mudança apareceu na forma de pulgão, bichinho voraz que
tomou conta da lavoura recente. Luciana foi buscar nos agrotóxicos o
socorro, borrifando todo o sítio contra a praga. Um dia, porém, enquanto
observava a filha colher cenouras, teve medo de colocar na mesa o
alimento sobre o qual havia aplicado veneno. "Foi nessa hora que me deu
um estalo. Percebi que aquilo não era certo", conta ela, enquanto mostra
orgulhosa os canteiros agora livres dos químicos.
Luciana Cristina Alves tem 49 anos e é mulher valente. Alta, forte,
mostra nas linhas do rosto a mistura de raças que formou o Brasil. Tem
na mente o roteiro de como apresentar o sítio e defender a produção de
orgânicos, seu ganha-pão e razão de viver. É o cérebro das operações no
Ridelutha, misto de marqueteira e relações públicas. Quem faz o trabalho
pesado é Carlinhos, isto é, José Carlos Lima da Silva, 35 anos, que vem
chegando tímido e matuto, muito magro, a pele tisnada de quem dá um
duro sob o sol.
O casal é paradigma da agricultura orgânica familiar e antípoda do
agronegócio monocultor. Sem funcionários, os dois fazem todo o trabalho,
do plantio à comercialização. Produzem de tudo - hortaliças, milho,
beterraba, quiabo, vagem, manga, laranja - e tudo ali é orgânico. Quem
atesta é a Associação Agroecológica Terra Viva, entidade que certifica a
condição de produtores orgânicos junto ao Ministério da Agricultura.
Mas, afinal, o que são alimentos orgânicos? São aqueles cultivados
sem qualquer aditivo químico. Numa lavoura orgânica, não se pode usar
fertilizantes industriais, muito menos agrotóxicos. A adubação vem da
compostagem de esterco e restos de alimento, e o combate às pragas só se
faz à moda antiga. Você pode, por exemplo, matar as lagartas com a mão
ou borrifar sobre os bichos fórmula caseira de alho, pimenta, arruda. Ou
pode, simplesmente, não fazer nada e relaxar.
Essa agricultura tem a ver com uma visão de mundo em que menos é mais
- aquela que se opõe à pressa, à exploração de mão de obra, ao manejo
predatório do meio ambiente. No sítio de Luciana e Carlinhos, é difícil
separar plantação de mato, porque deixar o canteiro "sujo" ali é
estratégia. "O bicho vai no mato que cresce junto com o feijão. Se
limpar, o bicho vai na cultura", ensina a agricultora.
Na luta
Pode parecer simples, mas tocar o sítio dá um trabalhão. O Ridelutha produz três toneladas de alimentos por mês, vendidos em feiras (a dos domingos na avenida Portugal é uma delas) e sobretudo no esquema "delivery". Luciana recebe as encomendas por e-mail e tem 70 clientes cativos espalhados por Ribeirão Preto. A operação de guerra da montagem das sacolas se dá em um barracão. O cenário se compõe de mesas de lata, caixotes plásticos, relógio para controlar o ritmo de trabalho, uma geladeira velha e, para distrair, uma tv de seletor manual. No canto, a lousa para anotar os pedidos e, em volta, engenhoso sistema de distribuição da água bombeada da mina. O trabalho de lavagem, que começa na véspera da entrega, é retomado às 2h30 da madrugada do dia seguinte, com a montagem das sacolas.
Pode parecer simples, mas tocar o sítio dá um trabalhão. O Ridelutha produz três toneladas de alimentos por mês, vendidos em feiras (a dos domingos na avenida Portugal é uma delas) e sobretudo no esquema "delivery". Luciana recebe as encomendas por e-mail e tem 70 clientes cativos espalhados por Ribeirão Preto. A operação de guerra da montagem das sacolas se dá em um barracão. O cenário se compõe de mesas de lata, caixotes plásticos, relógio para controlar o ritmo de trabalho, uma geladeira velha e, para distrair, uma tv de seletor manual. No canto, a lousa para anotar os pedidos e, em volta, engenhoso sistema de distribuição da água bombeada da mina. O trabalho de lavagem, que começa na véspera da entrega, é retomado às 2h30 da madrugada do dia seguinte, com a montagem das sacolas.
Embora a jornada seja cansativa, o casal não reclama. Carlinhos, de
bom humor, afaga a cabeça do vira-lata Sombrão e explica como faz para
driblar o "estresse" bucólico. "A gente sempre dá uma parada, brinca com
o cachorro, conversa". O cansaço é compensado pela alegria de viver da
própria terra, em paz com a natureza. "Aqui o trabalho não tem hora
parar, só que a gente faz tudo isso com prazer", diz Luciana. E a gente
se despede deles com a certeza disso.
Orgânico de gente grande
Um dos argumentos mais citados contra os orgânicos é que eles são até muito simpáticos, mas incapazes de matar a fome do mundo.
Um dos argumentos mais citados contra os orgânicos é que eles são até muito simpáticos, mas incapazes de matar a fome do mundo.
Orgânico tem muito a ver com a pequena propriedade familiar, mas, na
hora da verdade, quem alimenta os 7 bilhões de seres humanos é o
latifúndio de alta produtividade. Uma empresa da região, porém, parece
colocar em cheque o argumento.
A Native, do Grupo Balbo, de Sertãozinho, prova ser possível produzir
de forma orgânica em larga escala. A empresa é líder mundial em álcool e
açúcar orgânicos, exportado para 60 países. São 15 mil hectares de
canaviais orgânicos, atestados por certificadoras do Brasil e do
exterior.
E ser orgânico parece ser um bom negócio. Segundo a empresa, a cana
verde tem uma produtividade 27% superior na comparação com o plantio
convencional.
De sua parte, a natureza agradece ao manejo ecológico das terras, que
abrigam, de acordo com a empresa, 327 espécies de animais vertebrados.
Fonte: Retirado do Blog de Luis Nassif
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Obesidade Infantil
Documentário 'Muito Além do Peso' aborda obesidade infantil
Enviado por luisnassif, ter, 29/01/2013 - 18:00
Por Demarchi
O documentário fala sobre crianças quem apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2. Todos têm em sua base a obesidade. Discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Bolo Integral com Frutas Oleaginosas
Produzido com farinha de trigo integral, açúcar mascavo, mel, aveia, banana, maçã, damasco, passas, nozes, castanha e especiarias!
domingo, 9 de dezembro de 2012
Cupcake de Mirtilo - Blueberry
O mirtilo é uma fruta muito pouco conhecida no Brasil, mas a mais rica
em antioxidantes dentre as já estudadas, com conteúdo particularmente
elevado dos polifenóis que conferem funções protetoras às paredes das
células. Suas propriedades medicinais vão do combate aos radicais
livres, efeito anti-inflamatório, melhora da circulação e redução do
colesterol ruim, até a prevenção ou reversão de catarata e glaucoma. Seu
nome em inglês, blueberry (cereja azul), pode soar mais familiar aos
brasileiros. Nos Estados Unidos e Europa, o consumo é elevadíssimo e a
fruta ganhou fama de promover a longevidade.
Matéria informativa retidada do Blog: http://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com.br
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Criança que liga super-herói a alimento saudável come melhor
07/11/2012
-
04h55
OBS.: Matéria retirada do Jornal Folha de São Paulo
DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"
O que o Batman comeria: maçã ou batata frita? Um pequeno estudo
realizado com 22 crianças americanas de 6 a 12 anos mostrou que, se elas
acham que seus heróis favoritos preferem alimentos saudáveis, acabam
reproduzindo esse comportamento.
Em um acampamento de férias, os pesquisadores observaram se, tendo a
escolha de comer fatias de maçã ou batatas fritas, qual dos
acompanhamentos as crianças punham no prato. Só duas das 22 crianças
pediram maçãs.
Christian Bale em cena de "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge"
Em um segundo momento, antes de comer, o grupo via 12 fotos (seis de heróis como o Batman e seis de vilões como o Pinguim).
Ao mostrar cada imagem, o pesquisador perguntava à criança: "Essa pessoa
come fatias de maçã ou batatas fritas?". Depois dessa atividade, dez
das 22 escolheram a maçã na hora do almoço.
Na terceira semana, cada criança via fotos de alimentos como salada e
pizza e tinha de identificar quais eram saudáveis. Depois dessa sessão,
só quatro escolheram maçã no almoço.
Segundo os autores do estudo, publicado na "Pediatric Obesity", os
heróis motivaram mais as crianças do que as fotos de alimentos porque
ativaram uma associação afetiva com a comida saudável. Esse mecanismo,
dizem eles, pode ser útil para os pais.
Perguntar "o que o Batman comeria?" antes das refeições pode ajudar a
evitar as calorias a mais, segundo os pesquisadores, da Universidade
Cornell (EUA).
O mais comum hoje é a ligação de personagens com guloseimas, mas é
importante saber que a associação funciona para o outro lado, diz a
endocrinologista Zuleika Halpern.
"Para crianças e adolescentes, não adianta só dizer que algo é saudável,
nem que podem ter problemas de saúde mais tarde. A associação positiva
com o personagem pode funcionar."
OBS.: Matéria retirada do Jornal Folha de São Paulo
DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)










































